quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

DIRETORA GERAL DO HEMOCENTRO DA PARAÍBA SE REUNE COM PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE DOADORES DE SANGUE

Na pauta: Novas diretrizes de ações para o crescimento de doação de sangue da Paraíba


O Presidente da Associação de Doadores do Estado da Paraíba - ADSPB, José Roberto elogiou a atitude cordial da Diretora Geral do Hemocentro de Paraiba, Dra. Sandra Sobreira na reunião que definiu novas diretrizes de ações para a ampliação e captação de doadores de sangue no Estado.


Segundo José Roberto a reunião pode ser definida com muita propriedade como o início de uma parceria que irá mudar a história do Hemocentro, onde se prevê um salto qualitativo e quantitavo especialmente no item humanizador.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PRESIDENTE DA ADSPB SE REÚNE COM DIRETORA DO HEMOCENTRO

Na palta: Estratégias para captação de novos doadores no Estado

O presidente da Associação de Doadores de Sangue do Estado da Paraiba, José Roberto, tem audiência marcada hoje (08) com a diretora do Hemocentro, Dra. Sandra Sobreira para discutir novas estratégias para captação de doadores no Estado como medida urgente para conter a avasão das doações de sangue.

De acordo com José Roberto só um trabalho coordenado e descentralizado, envolvendo várias ações de consciêntização e busca por novos doadores, poderá reverter essa situação de carência de demanda de sangue.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Hospital de Trauma faz apelo à população para normalizar estoques de sangue

O estoque de sangue do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, está em situação crítica. A agência transfusional do hospital tem se ressentido pela falta de doações de parentes dos pacientes e de doadores externos, quadro que tem se agravado nesse período de verão e férias.
A demanda mensal é de 700 bolsas, mas o hospital só consegue repor através de familiares apenas 120 bolsas. Situação parecida vive o estoque do Hemocentro. Diante disso, as duas instituições se uniram para fazer um apelo à população no sentido de procurar o Hemocentro a fim de doar sangue.
De acordo com a coordenadora da agência transfusional do Trauma, Roseneide Soares Ribeiro, até a tarde da segunda-feira (31), o hospital tinha em estoque apenas 60 bolsas, sendo uma do tipo AB-, 18 bolsas do tipo A+, 18 do tipo O+, 8 bolsas do A-, 8 do O-, 3 do B+, 4 do B- e nenhuma do tipo AB+.
Segundo a coordenadora, o ideal é que o estoque regular/dia tenha 122 bolsas em oferta, sendo 30 bolsas do tipo O, 30 do tipo A+, 10 bolsas do AB, 10 do B+, 10 bolsas do O-, 10 do tipo A-, 6 bolsas do tipo B e seis do tipo AB-. “Hoje temos um déficit/dia de 62 bolsas de sangue”, contabiliza Roseineide.
Em reunião na manhã da última segunda-feira, a diretoria do hospital e os coordenadores decidiram reforçar estratégia para captação de sangue junto aos familiares dos pacientes. “Ao preencher o Boletim de Entrada (BE) das vítimas, os funcionários da recepção geral vão orientar os parentes no sentido de procurarem o Serviço Social a fim de preencherem formulário de doação de sangue”, adiantou o diretor geral da unidade, Edson Neves.
De acordo com o diretor geral do Hospital de Trauma, para cada paciente que entrar no hospital, os funcionários do Serviço Social pedirão a reposição de sangue de cinco pessoas, desde que estes doadores apresentem condições clínicas para a doação, como sorologia para hepatite negativa, HIV, ausência de doença pulmonar ou cardíaca, entre outras.
Roseneide Ribeiro lembrou que quando o Hemocentro está com um estoque bom há o abastecimento normal do hospital, “mas com evasão dos doadores o prejuízo é inevitável”.
Ela destacou que por ser um hospital de emergência, a demanda de sangue é alta no Trauma. Tem casos em que um único paciente recebe até 20 transfusões, o que reforça a dificuldade na reposição. “No último dia 22, por exemplo, duas vítimas deram entrada na unidade, e juntas, num intervalo de uma hora cirurgia, consumiram 20 transfusões de sangue”, relata.

da Redação
WSCOM Online

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

ASSOCIAÇÃO DOS DOADORES DE SANGUE DO ESTADO DA PARAÍBA

Situação atual dos Doadores de Sangue da Paraíba

ESTADO DA PARAÍBA ESTÁ ANÊMICO

ESTOQUE DE SANGUE NA PARAÍBA:
PRESIDENTE DE ENTIDADE DIZ QUE ESTADO ESTÁ ANÊMICO.

Foi o que declarou hoje (02) pela manhã, o presidente da Associação de Doadores de Sangue do Estado da Paraíba, José Roberto que se mostrou bastante preocupado com a situação do Hemocentro que não tem mais a capacidade de atender a demanda de hemoderivados nos Hospitais, inúmeras cirurgias deixam de ser feitas por falta de sangue, já que os estoques estão cada vez mais limitados. “A situação é bastante preocupante, pode-se dizer sem medo de errar que o Estado da Paraíba está anêmico. Nesse início de ano, o previsto era a coleta de 700 bolsas de sangue, esse número caiu vertiginosamente para 60, é um forte indicador de problemas para hospitais, principalmente os de urgência e emergência”, frisou.

De acordo com Jose Roberto, a ADSPB tem um diagnóstico da situação e aguarda apenas uma audiência com o secretário de Saúde, Dr. Mário Toscano para discutir um plano emergencial com base em três objetivos fundamentais: conter a evasão de doadores, estabelecer estratégias de conscientização junto a sociedade civil organizada e captação de novos doadores em todo o Estado da Paraíba.



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Baixa no estoque de sangue é crítica e Hospital de Trauma faz apelo à população

O estoque de sangue do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, está em situação crítica. A agência transfusional do hospital tem se ressentido pela falta de doações de parentes dos pacientes e de doadores externos, quadro que tem se agravado nesse período de verão e férias.
A demanda mensal é de 700 bolsas, mas o hospital só consegue repor através de familiares apenas 120 bolsas. Situação parecida vive o estoque do Hemocentro. Diante disso, as duas instituições se uniram para fazer um apelo à população no sentido de procurar o Hemocentro a fim de doar sangue.
De acordo com a coordenadora da agência transfusional do Trauma, Roseneide Soares Ribeiro, até a tarde da segunda-feira (31), o hospital tinha em estoque apenas 60 bolsas, sendo uma do tipo AB-, 18 bolsas do tipo A+, 18 do tipo O+, 8 bolsas do A-, 8 do O-, 3 do B+, 4 do B- e nenhuma do tipo AB+.
Segundo a coordenadora, o ideal é que o estoque regular/dia tenha 122 bolsas em oferta, sendo 30 bolsas do tipo O, 30 do tipo A+, 10 bolsas do AB, 10 do B+, 10 bolsas do O-, 10 do tipo A-, 6 bolsas do tipo B e seis do tipo AB-. “Hoje temos um déficit/dia de 62 bolsas de sangue”, contabiliza Roseineide.
Em reunião na manhã da última segunda-feira, a diretoria do hospital e os coordenadores decidiram reforçar estratégia para captação de sangue junto aos familiares dos pacientes. “Ao preencher o Boletim de Entrada (BE) das vítimas, os funcionários da recepção geral vão orientar os parentes no sentido de procurarem o Serviço Social a fim de preencherem formulário de doação de sangue”, adiantou o diretor geral da unidade, Edson Neves.
De acordo com o diretor geral do Hospital de Trauma, para cada paciente que entrar no hospital, os funcionários do Serviço Social pedirão a reposição de sangue de cinco pessoas, desde que estes doadores apresentem condições clínicas para a doação, como sorologia para hepatite negativa, HIV, ausência de doença pulmonar ou cardíaca, entre outras.
Roseneide Ribeiro lembrou que quando o Hemocentro está com um estoque bom há o abastecimento normal do hospital, “mas com evasão dos doadores o prejuízo é inevitável”.
Ela destacou que por ser um hospital de emergência, a demanda de sangue é alta no Trauma. Tem casos em que um único paciente recebe até 20 transfusões, o que reforça a dificuldade na reposição. “No último dia 22, por exemplo, duas vítimas deram entrada na unidade, e juntas, num intervalo de uma hora cirurgia, consumiram 20 transfusões de sangue”, relata.
Secom-PB